Estava lembrando dos papos de adolescência (fase que ainda estamos na gangorra da vida e sem saber prá que lado...) e me detive numa conversa que ora ou outra rolava entre amigos.
Assunto de rodas de escola e afins.
E pensei:
Alguns assunto são recorrentes independendo de época.
O tamanho do pinto.
Por exemplo:
Confessa que você: homem ou mulher, já falou de pinto.
Próprio ou alheio mas falou.
Falou sim.
E vejo que até hoje isso é tabu e movimenta a fantasia, a indústria médica,a indústria erótica, a indústria plástica.
Enfim, é uma questão industrial também.
Discute-se se o tamanho do pinto importa, se o meu é maior que o teu, se tamanho é documento ou se o tamanho do documento varia entre povos (assunto morada de mitos mas segundo minhas experiências, o Japão é Grand-prix mundial, ao contário do anunciado!).
Bem, mas tudo na vida é uma questão de equilíbrio, aprendemos depois.

Pois foi pensando em equilíbrio que me veio o pênis à mente, portanto minha tese de erótica não tem nada. É uma divagação científico-espiritualista.
Francamente, sabemos que se é grande demais não entra tudo e pequeno demais faz cócegas.
Então até nisso a natureza é plenamente eficaz, não é?
E a tese é esta:
"Pintos e pessoas são do tamanho que merecem ser - aceite já o seu!."
Profundo e simples, pense nisso.